Rodrigo Oliveira e Milene Duarte, psicólogos em Lavras, terapia de casal no Centro
Psicólogos em Lavras/MG · Terapia de casal

Terapia de casal em Lavras para quando a conversa trava

Brigas que se repetem, silêncio, distância ou ciúme. Na terapia de casal, vocês dois têm um espaço neutro para falar, ser ouvidos e entender o que está acontecendo na relação. No consultório do Centro de Lavras ou online, quando um de vocês está em outra cidade.

Quando a terapia de casal pode ajudar

Não é preciso esperar a relação chegar ao limite. Muitos casais buscam ajuda quando percebem que, sozinhos, voltam sempre ao mesmo ponto. Situações comuns:

01

A conversa vira briga

O mesmo assunto volta, o tom sobe e depois vem o silêncio. Vocês terminam cansados e com a sensação de que nada foi resolvido.

02

Um quer conversar, o outro se fecha

Quando um insiste e o outro se afasta, os dois acabam se sentindo sozinhos. Na sessão, cada um tem tempo para falar e para ouvir.

03

A rotina tomou conta

Trabalho, filhos, contas. A relação passou a funcionar no automático, e o carinho e a escuta ficaram para depois.

04

Ciúme, desconfiança ou uma decisão difícil

Uma crise de confiança, uma mudança de cidade, a chegada de um filho. Momentos assim pedem uma conversa mais cuidadosa entre os dois.

Como funciona a terapia de casal

O psicólogo não toma partido nem decide quem tem razão. O trabalho é ajudar vocês dois a entender o que está acontecendo e a se comunicar com mais clareza.

01

O primeiro contato

Um de vocês, ou os dois, manda uma mensagem no WhatsApp contando o que está difícil. Não é preciso encaminhamento.

02

Primeira sessão a dois

Rodrigo Oliveira ou Milene Duarte recebe o casal, no consultório ou por videochamada, e escuta como cada um enxerga a situação.

03

Sessões com os dois parceiros

Vocês trabalham juntos os temas que mais pesam: a forma de discutir, as expectativas de cada um e os acordos do dia a dia.

04

Acompanhamento

A frequência é combinada com o casal e revista ao longo do processo, respeitando o momento de vocês.

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Quem atende o casal

Rodrigo Oliveira, psicólogo da RM Psicologia (CRP 04/31870 e 04/31983) Milene Duarte, psicóloga da RM Psicologia (CRP 04/31870 e 04/31983) 17 anos de consultório em Lavras

Rodrigo Oliveira e Milene Duarte são psicólogos e sócios da RM Psicologia. Além do atendimento individual, os dois recebem casais no consultório do Centro de Lavras e por videochamada.

Na sessão, o psicólogo ocupa uma posição neutra: não julga, não escolhe lados e não decide pelo casal. O papel dele é ajudar cada um a dizer o que sente e a escutar o outro. O foco é a relação e a comunicação entre vocês, e não questões de separação na Justiça.

São 17 anos de consultório em Lavras. O atendimento é particular, com recibo de cada sessão para reembolso quando o plano oferece. Os registros no CRP são 04/31870 e 04/31983.

Um lugar neutro para os dois. Salas reservadas no Centro de Lavras ou sessão online.

Sala de espera da RM Psicologia, no Centro de Lavras Sala de atendimento da RM Psicologia com sofá e poltrona Sala de atendimento da RM Psicologia com poltrona e quadros Consultório da RM Psicologia com mesa e poltronas, em Lavras
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FAQ

Dúvidas frequentes sobre terapia de casal

As sessões reúnem os dois parceiros para falar sobre o que está difícil na relação: brigas que se repetem, distância, ciúme, falta de diálogo ou decisões importantes. O psicólogo ajuda a organizar a conversa para que cada um consiga se expressar e ouvir o outro.

O trabalho busca que o casal reconheça os padrões que alimentam os conflitos e experimente formas novas de conversar. As sessões acontecem no consultório da Rua Horácio de Carvalho, 329, ou por videochamada.

Sim. Na RM Psicologia, a terapia de casal é feita com os dois juntos, conduzida por Rodrigo Oliveira ou por Milene Duarte. Assim, cada um ouve diretamente o ponto de vista do outro.

Qualquer um de vocês pode mandar a primeira mensagem no WhatsApp. As sessões de casal, porém, acontecem com os dois presentes. Se só um quer começar agora, a terapia individual é um caminho possível, e a clínica conversa com você sobre isso.

Sim. A videochamada permite que o casal faça a sessão mesmo quando um dos dois está fora de Lavras, ou quando a rotina não deixa ir ao consultório. O cuidado e o sigilo são os mesmos do presencial.

Sim. O atendimento é particular, e a clínica emite recibo de cada sessão para quem quiser pedir reembolso ao plano de saúde.

Não. Basta mandar uma mensagem no WhatsApp (35) 99253-3184 para combinar o primeiro horário.

Sim. O consultório fica no Centro de Lavras, e a sessão online atende casais de qualquer cidade do Brasil.

Rodrigo Oliveira e Milene Duarte, psicólogos da RM Psicologia
Ainda tem dúvida?
Escrever no WhatsApp.

O que a sessão conjunta é, e o que ela não é

Terapia de casal, neste consultório, é um horário em que os dois parceiros estão na mesma conversa, com um dos psicólogos conduzindo. O pedido típico é crise, silêncio, briga que se repete, ciúme, afastamento sexual, divergência sobre dinheiro ou filhos, ou a sensação de que “não dá mais para conversar em casa”. Não é mediação judicial. Não é perícia. Não é conciliação de vara de família. Não é aconselhamento religioso. A sessão também não é o lugar em que o psicólogo escolhe um dos dois como réu. O Código de Ética (Resolução CFP 010/2005) pede respeito à dignidade de cada pessoa atendida e sigilo do que se passa no atendimento, com as quebras previstas em lei. Em casal, isso se complica: o “cliente” são duas pessoas. O contrato de sigilo e o combinado de o que pode ser dito fora da sala precisam ficar claros na entrada.

Temas que costumam ocupar a pauta

  • Comunicação que virou acusação ou que sumiu. A sessão descreve o ciclo (quem sobe o tom, quem cala, quem sai da peça) em vez de julgar o caráter.
  • Confiança após mentira, omissão ou traição. Sem prazo de “reconstruir em X semanas”.
  • Divisão de tarefas, dinheiro e cuidado com filhos ou com a casa, quando isso virou campo de guerra cotidiana.
  • Afastamento afetivo e sexual, descrito pelos dois, não só por um.
  • Decisão de continuar ou de se separar com menos dano. A terapia de casal não tem a obrigação de “salvar” a relação.

Como a TCC entra no trabalho com o casal

A clínica declara a Terapia Cognitivo-Comportamental como abordagem principal. No formato de casal, isso se aproxima da tradição da terapia cognitivo-comportamental de casal descrita por autores como Baucom e Epstein: cada parceiro traz interpretações (o que o outro “quis dizer”), emoções e comportamentos que se reforçam. A sessão torna visível o ciclo, não só o episódio da véspera. Há também trabalho comportamental: o que cada um faz entre uma sessão e outra (conversa, evitação, checagem, silêncio). A página não ensina protocolo privativo. Informa o método, como manda a Resolução CFP 010/2000 e o Código de Ética. Quem busca terapia de casal Lavras neste endereço encontra esse recorte, não um modelo de “casal coach” nem de constelação.

Limites éticos que a sessão precisa nomear cedo

Violência doméstica em curso, ameaça, controle de documentos ou de dinheiro que configura violência patrimonial, e a presença de um dos dois apenas para “consertar o outro” mudam o enquadramento. Nesses casos, a sessão conjunta pode ser contraindicada. O psicólogo não é árbitro penal e não substitui delegacia, medida protetiva ou advogado. Também não publica, nesta página, caso identificável: a Resolução CFP 03/2007, art. 54, veda usar análise de caso que identifique a pessoa. Segredo de um dos dois revelado só na sessão (“não conta para ele/ela”) precisa de regra combinada. Se a regra não fecha, o formato casal pode não caber.

O estudo de concorrentes achou menção a casal em one-pager local e páginas nacionais de fora. Quase ninguém descreve, em HTML de Lavras, o que a sessão conjunta faz e o que recusa. Esta matéria preenche esse vazio com método e ética, não com ranking. Terapia de casal Lavras, neste consultório, é TCC em formato a dois, particular, no Centro ou por videochamada. O resto é a conversa na sala. A página não precisa ser a mais longa do Brasil. Precisa ser a que descreve o serviço que de fato existe neste endereço, com o limite ético que o CFP pede.

O que a publicidade da clínica pode e não pode dizer sobre o casal

Pode dizer o método, o endereço, o formato (dois parceiros na mesma sessão, presencial ou online), o público adulto e que o atendimento é particular. Não pode prometer reconciliação, não pode publicar depoimento com nome, não pode anunciar valor, não pode usar superlativo. Art. 20 do Código de Ética e art. 56 da Resolução CFP 03/2007. A pergunta do PAA “qual o valor de uma sessão de terapia de casal” existe no Google. A resposta desta página é: o valor não se publica. A conversa de encaixe acontece no WhatsApp.

Esta página não oferece terapia de família com filhos na sala, nem mediação de guarda, nem orientação parental como produto separado. O recorte é o casal adulto. Filho pode ser tema da conversa. Filho não entra como terceiro cliente neste formato, salvo se um outro serviço for combinado, o que o briefing não declara. Misturar as duas coisas na mesma URL seria prometer o que a clínica não descreveu. A honestidade do recorte também é compliance: o art. 56 da Resolução CFP 03/2007 veda propor atividade que não esteja no campo informado do serviço.

Crise não é um diagnóstico, é um recorte de funcionamento

“O relacionamento está em crise” é uma das buscas informativas que o Google sugere em torno deste tema. Na clínica, crise descreve um momento em que o ciclo habitual do casal deixou de dar conta: briga que não termina, silêncio de dias, ameaça de separação, traição recente, nascimento de filho, mudança de cidade, doença, desemprego. Não há CID de “crise conjugal”. Há duas pessoas adultas pedindo um horário conjunto. A sessão cabe quando os dois consentem, quando há segurança mínima na sala e quando o objetivo declarado não é humilhar o outro com plateia profissional. Se só um quer e o outro é arrastado, o formato começa torto. Isso se conversa na entrada, não se empurra.

Quando o pedido é de casal e quando é de um dos dois

  • Cabe sessão de casal: os dois reconhecem um padrão a dois (comunicação, confiança, cuidado) e aceitam estar na mesma conversa.
  • Cabe atendimento individual: um dos dois quer espaço só seu (ansiedade, humor, trauma, hábito) sem o parceiro na sala.
  • Os dois formatos podem coexistir em momentos diferentes, com o mesmo profissional ou com profissionais distintos, desde que o contrato de sigilo fique explícito.
  • Não cabe misturar no mesmo horário um pedido individual confidencial e um pedido de casal. A sala não é as duas coisas ao mesmo tempo.
  • Se há violência, o caminho individual e a rede de proteção vêm antes do sofá a dois.

Os “pilares” que o PAA cita, sem transformar isso em receita

O Google devolve, para “terapia de casal”, perguntas sobre “os 3 pilares do relacionamento” (comunicação, confiança, respeito) e sobre “4 fases”. Isso é linguagem de divulgação, não protocolo clínico. Na sessão, comunicação, confiança e respeito aparecem como comportamentos observáveis: o que cada um faz quando discorda, o que esconde, o que ridiculariza, o que repara. Fases de encantamento, conflito e parceria são mapas leigos úteis para conversar e perigosos se viram destino (“já passou da fase, então acabou”). A clínica não adota fase de relacionamento como critério de alta. Adota o que os dois descrevem e o que se vê na sala.

Diferenciação ética: casal, individual e o que não se mistura com o jurídico

Quem chega querendo “um laudo para o processo” ou “provar que o outro é o problema” está em outro serviço. Psicologia clínica de casal não emite, nesta clínica, peça para disputa judicial. Se o casal já está em ação de família, a sessão pode até acontecer, com o limite claro: o que se fala aqui não vira prova. O Código de Ética regula sigilo e a relação com a Justiça em artigos próprios; a página não substitui parecer de psicólogo jurídico. Também não se usa a sessão para “implodir” um dos dois. O tom da casa é adulto, direto, sem jargão de autoajuda e sem palco.

Traição descoberta na semana, ameaça de mudar de casa amanhã, briga com empurrão: a pauta é contenção, segurança e se a sessão conjunta ainda é o lugar. Desgaste de anos, conversa que morreu, afeto que esfriou: a pauta é o ciclo, não o incêndio da véspera. Tratar os dois do mesmo jeito é perder o caso. A avaliação inicial existe para essa distinção. A página só avisa que ela existe. Quem chega pelo PAA “o que fazer quando o relacionamento está em crise” encontra aqui o recorte clínico, não um passo a passo de reconquista.

Como a decisão de formato sai da avaliação, não do anúncio

Um dos dois pode escrever sozinho no WhatsApp. Isso não transforma o atendimento em sessão de casal. A sessão de casal, quando combinada, reúne os dois. Se na conversa ficar claro que o pedido real é ansiedade de um, trauma de um, ou decisão já tomada de sair da relação, o enquadramento muda. A RM Psicologia também atende adulto em TCC e EMDR no mesmo endereço. Cruzar os temas é possível na vida da pessoa. No contrato da sessão, um formato por horário. Sem isso, o sigilo e o foco se perdem.

Às vezes o pedido real é “quero uma testemunha para o outro aceitar o fim”. Às vezes é “quero sair com menos grito e com combinado de filho e casa”. O segundo pode caber em poucas sessões de casal, com objetivo explícito de encerramento. O primeiro não cabe: o psicólogo não é plateia de um discurso já pronto. Nomear isso na entrada evita gastar o horário dos dois em um mal-entendido. A clínica também oferece atendimento individual de adulto. Quem já saiu da relação e quer espaço só seu não precisa forçar o formato casal.

A decisão de formato (casal, individual, ou os dois em horários distintos) sai da avaliação, não do título da página. Quem chegou pelo termo de crise e descobre que o pedido é só seu não precisa forçar o parceiro a sentar. Quem chegou pelo termo de casal e descobre violência em curso também não precisa fingir que a sessão conjunta é o lugar. Nomear o limite cedo é parte do trabalho, não recusa vazia.

O consultório no 329 e a sessão a dois na mesma sala

Presencialmente, a terapia de casal acontece no mesmo endereço da clínica: Rua Horácio de Carvalho, 329, Centro de Lavras. Os dois parceiros sentam na mesma conversa. Rodrigo Oliveira ou Milene Duarte conduzem, conforme a agenda. Não é sessão com os dois psicólogos ao mesmo tempo, salvo se isso for combinado de outro modo, o que esta página não anuncia. O Centro descreve o ponto na malha urbana. Horário de funcionamento não está no Google Meu Negócio oficial e não será inventado aqui. Quem precisa encaixar o casal depois do expediente pergunta no WhatsApp se aquele dia cabe.

Quando a videochamada entra no formato casal

  • Um dos dois não está em Lavras naquele período (trabalho, viagem, moradia em outra cidade).
  • Os dois estão em cidades diferentes e ainda assim pedem o mesmo horário conjunto.
  • Há barreira de deslocamento e o psicólogo avalia que o pedido é compatível com TDICs, nos termos da Resolução CFP 09/2024.
  • A videochamada não serve para esconder violência: se a casa não é segura para falar, o formato online pode ser exatamente o problema.
  • O sigilo do lado de quem liga também conta: quarto com porta, fone, filho fora da cena. A clínica não controla a casa do casal.

Particular, recibo e o que não se publica

O atendimento de casal é particular. Recibo pode ser emitido depois da sessão, se a pessoa precisar para reembolso. Valor, pacote “casal + individual” e desconto não entram no site. A Resolução CFP 03/2007 e o art. 20, alínea d, do Código de Ética fecham essa porta na publicidade. Quem compara preço de terapia de casal em Lavras no Google encontra números de plataformas. Esta clínica não entra nessa tabela. A conversa comercial é privada.

Terapia de casal em Lavras, neste site, significa sessão conjunta no 329 ou por videochamada com a RM Psicologia, particular, adulto, sem convênio anunciado, sem valor nesta página, sem depoimento, sem prazo de reconciliação. O Centro é o ponto. O Sul de Minas pode chegar online. Cidades vizinhas não ganham página própria no lançamento. Isso descreve o que existe aqui. Não inventa filial. Quem quer o deslocamento pergunta o detalhe. Quem quer a sessão pergunta o encaixe. Os dois caminhos passam pelo mesmo WhatsApp.

O que a âncora local cobre, e o que ela recusa

A âncora é Lavras. O site não abre página de terapia de casal em Varginha, Três Corações ou São João del-Rei: o estudo de mercado registrou profissionais locais nessas cidades e o eixo 2 ficou desligado no lançamento. Quem mora nessas cidades e quer esta dupla entra por videochamada ou se desloca ao Centro. Descrever isso é o fosso. Prescrever “venha de tal rodovia” não é. A clínica também não se apresenta como serviço universitário da Unilavras nem como convênio de empresa. É consultório particular de dois psicólogos no Centro, com 17 anos de atuação da clínica.

Cabe perguntar se os dois precisam estar, se pode ser online, se o atendimento é particular. Não cabe despejar a história do casal no primeiro áudio de três minutos. O chat não tem o contrato da sala. Sigilo, método e manejo de crise pedem o horário marcado. A clínica responde o encaixe. A matéria descreve o ponto no Centro para quem quer se deslocar. Quem marca, marca. Quem não marca, não deve à página uma justificativa.

Passo a passo do encaixe, sem captação

Alguém escreve no WhatsApp. A clínica pergunta o essencial: os dois vão participar, presencial ou online, qual o pedido em uma frase. Marca-se a avaliação. Na primeira sessão conjunta se combinam frequência, regras de sigilo e o que fica de fora (processo, violência, pedido individual disfarçado). Se o formato não caber, isso é dito. Não há “vagas limitadas” nesta página. Não há “agende já”. O CTA da casa é conversar. A pessoa decide se marca.

Na sessão presencial, os dois entram juntos. Não se faz “meia hora com um e meia hora com o outro” neste formato, salvo combinado excepcional que esta página não anuncia. Na videochamada, os dois podem estar no mesmo cômodo ou em cidades diferentes, cada um na sua câmera. Os dois arranjos pedem regra de fala: quem interrompe, quem some da tela, quem manda mensagem no meio. Sem regra, a sessão vira a briga de casa com testemunha. Com regra, vira trabalho. O psicólogo conduz. Não apita como juiz de futebol.

No 329, a sessão presencial a dois usa a mesma sala da clínica. Não há anúncio de sala espelhada, de gravador ou de observador. O que existe é o horário combinado, o método declarado e o sigilo do Código de Ética. Quem precisa de acessibilidade, de um dos dois chegar depois ou de um intervalo no meio pergunta isso no encaixe. A página não cria regra extra que a clínica não combinou.

Outras áreas de atuação

Além da terapia de casal, o consultório atende questões individuais. Se o que você procura não aparece aqui, conte no WhatsApp.

Ansiedade

Quando a preocupação não desliga e começa a afetar o sono, o trabalho e a relação.

Saiba mais

TCC

Abordagem prática para entender o que você pensa, sente e faz.

Saiba mais

EMDR

Para lembranças difíceis que continuam pesando no presente, junto da TCC.

Saiba mais
Sala de atendimento da RM Psicologia, em Lavras

Para conversar sobre a terapia de casal, fale com a clínica no WhatsApp

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