A conversa vira briga
O mesmo tema volta. Tom sobe. Depois vem o silêncio. Os dois saem cansados e o assunto continua aberto.
Conversar no WhatsApp
Atendimento presencial em Lavras e online para todo o Brasil
Para o casal adulto em crise, silêncio ou briga repetida. A sessão reúne os dois parceiros, no consultório da Rua Horácio de Carvalho, 329, ou por videochamada se um dos dois não está em Lavras. Particular, sem convênio.
O pedido típico não é um diagnóstico. É a conversa que não anda, a briga que volta ou a distância que cresceu. Situações que chegam neste consultório:
O mesmo tema volta. Tom sobe. Depois vem o silêncio. Os dois saem cansados e o assunto continua aberto.
Pedido de conversa de um lado, recuo do outro. A sessão é o horário em que os dois entram na mesma sala.
Trabalho, filho, conta. A dupla funciona como operação e parou de se escutar.
Conversa na cozinha, recado no celular, pausa. Não se sustentou. O pedido agora é de um horário com profissional.
Quatro etapas. Sem prazo de resultado. Não é mediação judicial e não é julgamento.
Um dos dois escreve, ou os dois. Descrevem o que está travado. Encaminhamento médico não é exigido.
Rodrigo Oliveira ou Milene Duarte recebem o casal no 329 ou por videochamada. Os dois falam na mesma hora.
O horário é combinado. O trabalho é a conversa mediada, não um veredito sobre quem tem razão.
A frequência sai da avaliação. Sem anúncio de quantas sessões fecham a crise.
Quem atende
17 anos de consultório em Lavras
Rodrigo Oliveira e Milene Duarte atendem casal no mesmo consultório em que já atendem individualmente. A sessão reúne os dois parceiros. Não é avaliação pericial e não é mediação de divórcio.
Os dois psicólogos estão no Centro de Lavras há 17 anos. A primeira sessão de casal é com um ou com o outro, conforme a agenda. Não há hierarquia anunciada entre os sócios.
O CRP da clínica é 04/31870 e 04/31983. Particular, sem convênio. Recibo quando o plano prever reembolso. Sessão presencial no 329 ou online se um dos dois estiver fora de Lavras.
Centro de Lavras
Rua Horácio de Carvalho, Centro de Lavras. Os dois sócios atendem casal neste endereço.
Consultório no Sul de Minas. Adultos. Particular. Sem grade de horário publicada no Google.
A videochamada cobre o deslocamento. O CRP da clínica autoriza o exercício em todo o país.
FAQ
A sessão reúne os dois parceiros. O pedido típico é crise, silêncio, briga repetida ou dificuldade de conversar. Não é julgamento e não é mediação judicial.
É um horário combinado, no consultório da Rua Horácio de Carvalho, 329, ou por videochamada se um dos dois não está em Lavras.
Sim. Neste consultório a sessão de casal é conjunta. Rodrigo Oliveira ou Milene Duarte conduzem, conforme a agenda.
O canal de entrada é o WhatsApp. Um dos dois pode escrever. A sessão de casal, quando combinada, reúne os dois. Pedido individual de um dos parceiros entra no atendimento de adulto, não neste formato.
Sim. A videochamada vale quando um dos dois não está em Lavras. O consultório físico continua no Centro. O CRP autoriza o exercício em todo o país.
Sim. Particular. Recibo depois da sessão se o plano prever reembolso. Valor não é publicado.
Não. O casal escreve no WhatsApp. Encaminhamento não é barreira de entrada.
O consultório é no Centro de Lavras. A sessão online cobre quem está em outra cidade. O recorte continua sendo adulto.
Terapia de casal, neste consultório, é um horário em que os dois parceiros estão na mesma conversa, com um dos psicólogos conduzindo. O pedido típico é crise, silêncio, briga que se repete, ciúme, afastamento sexual, divergência sobre dinheiro ou filhos, ou a sensação de que “não dá mais para conversar em casa”. Não é mediação judicial. Não é perícia. Não é conciliação de vara de família. Não é aconselhamento religioso. A sessão também não é o lugar em que o psicólogo escolhe um dos dois como réu. O Código de Ética (Resolução CFP 010/2005) pede respeito à dignidade de cada pessoa atendida e sigilo do que se passa no atendimento, com as quebras previstas em lei. Em casal, isso se complica: o “cliente” são duas pessoas. O contrato de sigilo e o combinado de o que pode ser dito fora da sala precisam ficar claros na entrada.
A clínica declara a Terapia Cognitivo-Comportamental como abordagem principal. No formato de casal, isso se aproxima da tradição da terapia cognitivo-comportamental de casal descrita por autores como Baucom e Epstein: cada parceiro traz interpretações (o que o outro “quis dizer”), emoções e comportamentos que se reforçam. A sessão torna visível o ciclo, não só o episódio da véspera. Há também trabalho comportamental: o que cada um faz entre uma sessão e outra (conversa, evitação, checagem, silêncio). A página não ensina protocolo privativo. Informa o método, como manda a Resolução CFP 010/2000 e o Código de Ética. Quem busca terapia de casal Lavras neste endereço encontra esse recorte, não um modelo de “casal coach” nem de constelação.
Violência doméstica em curso, ameaça, controle de documentos ou de dinheiro que configura violência patrimonial, e a presença de um dos dois apenas para “consertar o outro” mudam o enquadramento. Nesses casos, a sessão conjunta pode ser contraindicada. O psicólogo não é árbitro penal e não substitui delegacia, medida protetiva ou advogado. Também não publica, nesta página, caso identificável: a Resolução CFP 03/2007, art. 54, veda usar análise de caso que identifique a pessoa. Segredo de um dos dois revelado só na sessão (“não conta para ele/ela”) precisa de regra combinada. Se a regra não fecha, o formato casal pode não caber.
O estudo de concorrentes achou menção a casal em one-pager local e páginas nacionais de fora. Quase ninguém descreve, em HTML de Lavras, o que a sessão conjunta faz e o que recusa. Esta matéria preenche esse vazio com método e ética, não com ranking. Terapia de casal Lavras, neste consultório, é TCC em formato a dois, particular, no Centro ou por videochamada. O resto é a conversa na sala. A página não precisa ser a mais longa do Brasil. Precisa ser a que descreve o serviço que de fato existe neste endereço, com o limite ético que o CFP pede.
Pode dizer o método, o endereço, o formato (dois parceiros na mesma sessão, presencial ou online), o público adulto e que o atendimento é particular. Não pode prometer reconciliação, não pode publicar depoimento com nome, não pode anunciar valor, não pode usar superlativo. Art. 20 do Código de Ética e art. 56 da Resolução CFP 03/2007. A pergunta do PAA “qual o valor de uma sessão de terapia de casal” existe no Google. A resposta desta página é: o valor não se publica. A conversa de encaixe acontece no WhatsApp.
Esta página não oferece terapia de família com filhos na sala, nem mediação de guarda, nem orientação parental como produto separado. O recorte é o casal adulto. Filho pode ser tema da conversa. Filho não entra como terceiro cliente neste formato, salvo se um outro serviço for combinado, o que o briefing não declara. Misturar as duas coisas na mesma URL seria prometer o que a clínica não descreveu. A honestidade do recorte também é compliance: o art. 56 da Resolução CFP 03/2007 veda propor atividade que não esteja no campo informado do serviço.
“O relacionamento está em crise” é uma das buscas informativas que o Google sugere em torno deste tema. Na clínica, crise descreve um momento em que o ciclo habitual do casal deixou de dar conta: briga que não termina, silêncio de dias, ameaça de separação, traição recente, nascimento de filho, mudança de cidade, doença, desemprego. Não há CID de “crise conjugal”. Há duas pessoas adultas pedindo um horário conjunto. A sessão cabe quando os dois consentem, quando há segurança mínima na sala e quando o objetivo declarado não é humilhar o outro com plateia profissional. Se só um quer e o outro é arrastado, o formato começa torto. Isso se conversa na entrada, não se empurra.
O Google devolve, para “terapia de casal”, perguntas sobre “os 3 pilares do relacionamento” (comunicação, confiança, respeito) e sobre “4 fases”. Isso é linguagem de divulgação, não protocolo clínico. Na sessão, comunicação, confiança e respeito aparecem como comportamentos observáveis: o que cada um faz quando discorda, o que esconde, o que ridiculariza, o que repara. Fases de encantamento, conflito e parceria são mapas leigos úteis para conversar e perigosos se viram destino (“já passou da fase, então acabou”). A clínica não adota fase de relacionamento como critério de alta. Adota o que os dois descrevem e o que se vê na sala.
Quem chega querendo “um laudo para o processo” ou “provar que o outro é o problema” está em outro serviço. Psicologia clínica de casal não emite, nesta clínica, peça para disputa judicial. Se o casal já está em ação de família, a sessão pode até acontecer, com o limite claro: o que se fala aqui não vira prova. O Código de Ética regula sigilo e a relação com a Justiça em artigos próprios; a página não substitui parecer de psicólogo jurídico. Também não se usa a sessão para “implodir” um dos dois. O tom da casa é adulto, direto, sem jargão de autoajuda e sem palco.
Traição descoberta na semana, ameaça de mudar de casa amanhã, briga com empurrão: a pauta é contenção, segurança e se a sessão conjunta ainda é o lugar. Desgaste de anos, conversa que morreu, afeto que esfriou: a pauta é o ciclo, não o incêndio da véspera. Tratar os dois do mesmo jeito é perder o caso. A avaliação inicial existe para essa distinção. A página só avisa que ela existe. Quem chega pelo PAA “o que fazer quando o relacionamento está em crise” encontra aqui o recorte clínico, não um passo a passo de reconquista.
Um dos dois pode escrever sozinho no WhatsApp. Isso não transforma o atendimento em sessão de casal. A sessão de casal, quando combinada, reúne os dois. Se na conversa ficar claro que o pedido real é ansiedade de um, trauma de um, ou decisão já tomada de sair da relação, o enquadramento muda. A RM Psicologia também atende adulto em TCC e EMDR no mesmo endereço. Cruzar os temas é possível na vida da pessoa. No contrato da sessão, um formato por horário. Sem isso, o sigilo e o foco se perdem.
Às vezes o pedido real é “quero uma testemunha para o outro aceitar o fim”. Às vezes é “quero sair com menos grito e com combinado de filho e casa”. O segundo pode caber em poucas sessões de casal, com objetivo explícito de encerramento. O primeiro não cabe: o psicólogo não é plateia de um discurso já pronto. Nomear isso na entrada evita gastar o horário dos dois em um mal-entendido. A clínica também oferece atendimento individual de adulto. Quem já saiu da relação e quer espaço só seu não precisa forçar o formato casal.
A decisão de formato (casal, individual, ou os dois em horários distintos) sai da avaliação, não do título da página. Quem chegou pelo termo de crise e descobre que o pedido é só seu não precisa forçar o parceiro a sentar. Quem chegou pelo termo de casal e descobre violência em curso também não precisa fingir que a sessão conjunta é o lugar. Nomear o limite cedo é parte do trabalho, não recusa vazia.
Presencialmente, a terapia de casal acontece no mesmo endereço da clínica: Rua Horácio de Carvalho, 329, Centro de Lavras. Os dois parceiros sentam na mesma conversa. Rodrigo Oliveira ou Milene Duarte conduzem, conforme a agenda. Não é sessão com os dois psicólogos ao mesmo tempo, salvo se isso for combinado de outro modo, o que esta página não anuncia. O Centro descreve o ponto na malha urbana. Horário de funcionamento não está no Google Meu Negócio oficial e não será inventado aqui. Quem precisa encaixar o casal depois do expediente pergunta no WhatsApp se aquele dia cabe.
O atendimento de casal é particular. Recibo pode ser emitido depois da sessão, se a pessoa precisar para reembolso. Valor, pacote “casal + individual” e desconto não entram no site. A Resolução CFP 03/2007 e o art. 20, alínea d, do Código de Ética fecham essa porta na publicidade. Quem compara preço de terapia de casal em Lavras no Google encontra números de plataformas. Esta clínica não entra nessa tabela. A conversa comercial é privada.
Terapia de casal em Lavras, neste site, significa sessão conjunta no 329 ou por videochamada com a RM Psicologia, particular, adulto, sem convênio anunciado, sem valor nesta página, sem depoimento, sem prazo de reconciliação. O Centro é o ponto. O Sul de Minas pode chegar online. Cidades vizinhas não ganham página própria no lançamento. Isso descreve o que existe aqui. Não inventa filial. Quem quer o deslocamento pergunta o detalhe. Quem quer a sessão pergunta o encaixe. Os dois caminhos passam pelo mesmo WhatsApp.
A âncora é Lavras. O site não abre página de terapia de casal em Varginha, Três Corações ou São João del-Rei: o estudo de mercado registrou profissionais locais nessas cidades e o eixo 2 ficou desligado no lançamento. Quem mora nessas cidades e quer esta dupla entra por videochamada ou se desloca ao Centro. Descrever isso é o fosso. Prescrever “venha de tal rodovia” não é. A clínica também não se apresenta como serviço universitário da Unilavras nem como convênio de empresa. É consultório particular de dois psicólogos no Centro, com 17 anos de atuação da clínica.
Cabe perguntar se os dois precisam estar, se pode ser online, se o atendimento é particular. Não cabe despejar a história do casal no primeiro áudio de três minutos. O chat não tem o contrato da sala. Sigilo, método e manejo de crise pedem o horário marcado. A clínica responde o encaixe. A matéria descreve o ponto no Centro para quem quer se deslocar. Quem marca, marca. Quem não marca, não deve à página uma justificativa.
Alguém escreve no WhatsApp. A clínica pergunta o essencial: os dois vão participar, presencial ou online, qual o pedido em uma frase. Marca-se a avaliação. Na primeira sessão conjunta se combinam frequência, regras de sigilo e o que fica de fora (processo, violência, pedido individual disfarçado). Se o formato não caber, isso é dito. Não há “vagas limitadas” nesta página. Não há “agende já”. O CTA da casa é conversar. A pessoa decide se marca.
Na sessão presencial, os dois entram juntos. Não se faz “meia hora com um e meia hora com o outro” neste formato, salvo combinado excepcional que esta página não anuncia. Na videochamada, os dois podem estar no mesmo cômodo ou em cidades diferentes, cada um na sua câmera. Os dois arranjos pedem regra de fala: quem interrompe, quem some da tela, quem manda mensagem no meio. Sem regra, a sessão vira a briga de casa com testemunha. Com regra, vira trabalho. O psicólogo conduz. Não apita como juiz de futebol.
No 329, a sessão presencial a dois usa a mesma sala da clínica. Não há anúncio de sala espelhada, de gravador ou de observador. O que existe é o horário combinado, o método declarado e o sigilo do Código de Ética. Quem precisa de acessibilidade, de um dos dois chegar depois ou de um intervalo no meio pergunta isso no encaixe. A página não cria regra extra que a clínica não combinou.
Ansiedade, TCC e EMDR no mesmo endereço. Se o pedido for outro, conte no WhatsApp.
Crise, pânico, insônia e esgotamento. TCC no Centro ou por videochamada.
Saiba maisO que se pensa, sente e faz. Abordagem principal da clínica.
Saiba maisProtocolo em etapas, usado neste consultório junto da TCC.
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